“Amigos”, o improvável e o gostar diferente

O último post foi escrito a base de vodka, nesse o único incentivo foi a imensa vontade de falar o que to sentindo.

Sabe quando te acontece algo, que é capaz de suprir todas as tribulações simultâneas, que não são poucas? Não sei o nome disso não, nem gosto de rótulos, só sei que fazia tempo que não sentia, e quando senti, me lembrei de como era bom sentir, redundante, não tem problema. Muita gente tem medo de sentir isso sabe? eu não, pode nem ser o que você está pensando, mas como sempre não vou dizer.

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Sempre achei que nós eramos o mais improvável que poderia existir, me deixei acreditar pelo que as pessoas diziam, mentira, no fundo eu queria que fossemos algo, nem que fossemos algo simples. Comecei a me encantar, a gostar um pouco diferente, mas sempre com medo do laço virar nó, não é saudável.

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Aconteceu de uma proposta, uma que eu mesmo já tinha pensado em fazer, mas o medo cretino não permitiu. Super  cauteloso, fingindo não se importar tanto, responde, aceita, de uma maneira tão inteligente que parece outra pessoa, já que o fundo está super felizão, que quase não se aguenta, só quer saber de dizer sim. Sou meio que desses. Não conta pra ninguém, só umas 10 pessoas vão ler isso aqui mesmo.

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Mas sabe o que é mais legal de tudo isso, é você me fazer feliz, sorrir, me divertir, mostrando que é possível ser de alguém sem se perder pelo caminho do compromisso. Quero fazer que isso dure para sempre, não o eterno, no tempo cronológico, mas o nosso para sempre na história um do outro, que pode ser um dia, um mês, um ano, não importa. <3

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Não é exatamente uma história de amor

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Não é exatamente um história de amor, é algo diferente. É mais ou menos isso, complicado, confuso, frustrante, que ao mesmo tempo não deixa de ser legal, gostoso, divertido.

Não sei se é algo que acontece por impulso, por acaso, se é algo que deve acontecer ali, na balada apenas. Não sei o que o outro pensa, se é o mesmo que eu penso, nunca perguntei, não vou perguntar.

Bebe-se alguns drinks, algumas doses, fala-se demais, até o que não deveria, já que posso prever o seu arrependimento. O que na verdade não sairia de sua boca caso estivesse sóbrio, devo acreditar no álcool? Talvez, aliás, prefiro acreditar nele, gosto do que ele diz, nesse caso é o que eu gostaria de ouvir. Não estou me enganando, ou me iludindo, como muitos pensam, apenas gosto de ouvir, de sentir essas coisas, mesmo que não existam realmente.

Certa vez, deduzi, que criamos dois personagens, que quando “ativados”, se gostam, se pegam, se fazem de amantes, quando desligados, são amigos, que se gostam também e muito. O problema é que não achei o botão liga/desliga, está no automático, não posso escolher o momento que acontece.

Não sei o final que isso tudo vai ter, na verdade esse final pode esperar, ou nem sei se quero que isso tenha um fim.

Essa é uma história que não é e não deixa de ser, excitante.

Balada, sábado a noite, com os amigos <3

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Quinta-feira na faculdade e já começam as conversas sobre o final de semana. Sexta-feira, o papo continua, alguns indecisos, outros topam tudo, querem se divertir. Sábado, inbox no Facebook, no celular, caronas oferecidas, aceitas, super bem vindas, vê no Facebook quem confirmou presença, e pensa, “ELE/ELA VAI *-*”. 22:00 esperando a novela acabar, ainda nem escolheu o look, esperando a carona. 23:00, no carro, ancioso, “será que aquele boy/girl vai hoje?”, “desencalho?”, “matar saudade da amiga sumida!”, na fila, já fala do look das víboras. 00:00, entra na balada, depois da fila cretina, a pista é liberada, primeira dose da tequila pra esquentar, corre pra ficar perto do ar condicionado. 1:00, o cabelo ainda está bacana, ainda não pegou ninguém, mas há esperança. 2:00 o boy que você sempre fica, já bebeu uns drinks, está quase na hora… 3:00 hora que os amigos resolvem todos tomar tequilas juntos, o efeito chega rápido, nessa hora todos cantam, pulam, abraçam, diz que ama, cria-se coragem, chega no boy, arrasa. 4:00, o cabelo já não está bacana, os amigos não cansam, a pista está mais vazia, mas ainda não tocou aquela música que você ama, liga pro amigo que não foi, xinga. 5:30, quem não pegou ninguém, não pega mais, toma-se outro drink… 6:00 paga a conta, nem liga pro valor, chama o táxi pra dividir com 8 pessoas.

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manuu

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Bem que isso podia nunca mais ter fim

Já dizia Toquinho, “É bom ser criança, isso às vezes nos convém, nós temos direitos, que gente grande não tem, só brincar, brincar, brincar, sem pensar no boletim, bem que isso podia nunca mais ter fim.”

E se tem uma verdade no mundo é que ser criança é a melhor coisa, é incrível, uma pena que seja algo passageiro, algo que acaba com a adolescência, que é uma chatice só.

Reuni algumas imagens da minha infância, no litoral onde eu morava, na grade de alguma jaula do zológico, chupando picolé e até sentadinho numa cadeira fazendo pose de gatinho, um amor.

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Sketches #1

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Se eu gosto de desenhar? sim. Se eu desenho bem? talvez. Tão relativo. Gosto mesmo é de criar, qualquer coisa, uma roupa, um acessório, uma imagem, tanto faz, “meu negócio” é criar. Papel comum, vegetal, papelão, caneta BIC, marcador, lápis de cor, vale tudo, quanto mais barato melhor, cria-se o desafio de fazer algo bacana com pouco, é divertido.

Abaixo alguns desenhos meus e de um amigo, o Matheus, que desenha durante a madrugada, enquanto falamos ao telefone, ou por Skype, acho que sou sua maior inspiração, quem sabe, de qualquer maneira, ele desenha pra caramba.

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Eu sou daqui, eu não sou de Marte

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Ser diferente, fora do comum, melhor, pior, me aceite, não me ignore. Que discurso chato! Cada pessoa é única e pronto. Seja do rock ou pop, da moda ou cafona, do Pará ou Rio, viajado ou sonhador, piriguete ou gente, não importa.

Agora até meu discurso ficou entediante, levantar bandeira não é comigo. Mas foi nisso que pensei quando fiz a imagem abaixo com alguns amigos da faculdade. Estavamos ali, fazendo o que queriamos, no alto de um prédio, com um sentimento enorme de liberdade, um sentimento que acaba alguns andares abaixo. Uma pena. Só quero dizer que somos daqui, viemos do mesmo lugar e não de outro planeta. Somos gente. Somos Paulo, Matheus e Beatriz <3

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Imagens nada aleatórias #3 #faculdade

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Existem dias que dormir não está nos planos, principalmente quando o seu curso ocupa mais de um período do seu dia. Criar, desenhar, colorir, bordar, costurar, além de ler muito. Lidar com prazos apertados e professores que acreditam que nossa vida é apenas estudar, ah talvez seja, mas sempre negamos, professores estão sempre contra os alunos, desculpa antiga, porém válida, aluno certo, professor errado e pronto. 

Ainda sem contar os imprevistos, colegas irresponsáveis que atrasam sua vida, críticas e reprovações. Mas não deixo de acreditar que tudo tem seu valor, sua recompensa. Conheço uma música que se diz assim, “Quem vai chorar, quem vai sorrir, quem vai chegar até o fim, quem vai cansar e desistir, quem vai lutar e conseguir?” Isso é tudo.

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Dois jovens e muita vontade de criar…

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Os DOIS é o resultado dos desejos de uma dupla de designers goianos cheios de vontade de criar, sair da atual zona de conforto da moda na capital e consequentemente deixar a panela do design preocupada. Lucas Ruiz e Kleyson Bastos, são criativos, ambiciosos e inteligentes, conseguem executar um trabalho com um forte conceito de maneira usável, limpa e desejável.

“Não podemos nos dar ao luxo de ter medo.”

 

Em um recente encontro com o Lucas, conversamos sobre a marca, as coleções, os próximos passos e pude perceber que eles estão dispostos a fazer algo realmente novo por aqui, a se arriscar, chegando a dizer o seguinte, “Não podemos nos dar ao luxo de ter medo”, realmente, é preciso coragem.

Eles acabam de apresentar o inverno, chamado Creatures, que vem do fundo do mar, mas especificamente das criaturas marinhas, como ponto de partida. Fendas, texturas, recortes, franjas, a coleção é inteira escura, sombria e o mais interessante é observar como o forro colorido, ora pink ora azul royal se comporta sobreposta ao preto. É uma coleção forte, cheia de elementos que criam um diferencial criativo.

É incrível acompanhar essa fase da marca, ver como eles correm atrás, enfrentam as dificuldades de aparecer por aqui, buscar seu espaço e eu espero de verdade que a marca continue seguindo esse caminho, prezando o design, a qualidade, porque Goiânia precisa disso. E para quem quiser acompanhar, eles tem um blog, onde sempre postam as novidades e uma página no Facebook.

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Tarsila por Tarsila

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Eu leio deitado na cama, no ponto de ônibus, no banco do parque, durante as aulas mais chatas, leio em todo lugar, contos, poesias, histórias surreais, auto-ajuda, leio de tudo, mas no momento estou curtindo muito biografias, estou adorando conhecer profundamente a vida alheia, de pessoas importantes, claro.

Comprei então, Tarsila por Tarsila, uma biografia escrita pela sobrinha-neta da principal pintora brasileira, que curiosamente também se chama Tarsila do Amaral. A obra é uma pesquisa rica, profunda, bem escrita, cheia de imagens. A vida da artista foi contada de maneira sensível, a partir de arquivos da própria artista. É uma obra que vale a pena ter.

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Comprei também um livro sobre Tim Burton, é uma reunião cronológica de entrevistas e textos, sobre sua vida e sobre seu trabalho, ainda estou lendo, mas já estou amando, seu trabalho é incrível e descobrir de onde vem todas as ideias e seu modo de trabalhar é muito interessante, quando eu terminar a leitura, vou escrever mellhor sobre a obra.

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