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Não é exatamente um história de amor, é algo diferente. É mais ou menos isso, complicado, confuso, frustrante, que ao mesmo tempo não deixa de ser legal, gostoso, divertido.

Não sei se é algo que acontece por impulso, por acaso, se é algo que deve acontecer ali, na balada apenas. Não sei o que o outro pensa, se é o mesmo que eu penso, nunca perguntei, não vou perguntar.

Bebe-se alguns drinks, algumas doses, fala-se demais, até o que não deveria, já que posso prever o seu arrependimento. O que na verdade não sairia de sua boca caso estivesse sóbrio, devo acreditar no álcool? Talvez, aliás, prefiro acreditar nele, gosto do que ele diz, nesse caso é o que eu gostaria de ouvir. Não estou me enganando, ou me iludindo, como muitos pensam, apenas gosto de ouvir, de sentir essas coisas, mesmo que não existam realmente.

Certa vez, deduzi, que criamos dois personagens, que quando “ativados”, se gostam, se pegam, se fazem de amantes, quando desligados, são amigos, que se gostam também e muito. O problema é que não achei o botão liga/desliga, está no automático, não posso escolher o momento que acontece.

Não sei o final que isso tudo vai ter, na verdade esse final pode esperar, ou nem sei se quero que isso tenha um fim.

Essa é uma história que não é e não deixa de ser, excitante.

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